O suicídio da mídia brasileira

A mídia tradicional brasileira é um cadáver.

Um cadáver moral, um cadáver de bom jornalismo, um cadáver de boa informação, um cadáver de pluralismo, um cadáver de honestidade e de dignidade.

Como essa mídia chegou a esse ponto? Como rifou a credibilidade e o papel importante que (ao menos alguns de seus órgãos) já teve na democratização do pais?

Blog da Boitempo

15 03 23 Emir Sader Suicídio da mídia

Por Emir Sader.

A mídia tradicional brasileira é um cadáver. Um cadáver moral, um cadáver de bom jornalismo, um cadáver de boa informação, um cadáver de pluralismo, um cadáver de honestidade e de dignidade.

Como essa mídia chegou a esse ponto? Como rifou a credibilidade e o papel importante que (ao menos alguns de seus órgãos) já teve na democratização do pais?

É certo que vários fatores contam para a decadência irreversível da mídia. Entre eles a internet, sem dúvida, e com ela toda a mudança de hábitos em relação a veículos impressos – tanto jornais quanto revistas encontram-se em processo acelerado de extinção –, mas também ao peso decrescente da televisão (considerando tanto uma redução de sua audiência quanto da credibilidade do seu jornalismo).

Mas a débacle acelerada da mídia no Brasil tem outros fatores que aceleraram e decretaram sua morte. No essencial, o desencontro entre a mídia…

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